segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Precisamos falar sobre suicídio


Estamos no mês de setembro e, como a maioria de nós tem visto na mídia, tem rolado o Setembro amarelo que trata da valorização da vida.
Antes de falar sobre o suicídio, vamos pensar no nosso papel diante desse problema, que é grave, já que no mundo a cada 40 segundos uma pessoa tira a própria vida, e, para cada um que consegue, 20 outros tentam.




Acredito que a grande maioria de nós já se viu sem saída.
Seja por algum problema de saúde, por um coração partido, por medo de ser exposto, por bullying, por dívidas, por perdas de entes queridos... Tantas coisas que nos deixam sensíveis, nos fazendo sentir incapazes, pequenos, perdidos...
Tiro o meu chapéu para quem nunca teve, nem por um segundo, vontade de dar cabo em tudo.

Qual é o nosso papel diante desse assunto?
Acolher. Abraçar. Ouvir. Evidenciar as coisas boas que o outro tem. Não julgar. Conhecer. 
São tantas formas que poderia passar a manhã toda listando coisas boas que podemos fazer para ajudar alguém que passe por um processo de depressão tão profunda que cogita deixar pra trás esse mundo.


A primeira coisa a se pensar é que cada pessoa carrega dentro de si uma batalha interna e que dessa forma, cada um lida com sua batalha de um jeito particular.
É preciso treinar nossa percepção para o outro, filtrar o nosso olhar para não deixar passar os pequenos detalhes.
Eu perdi muitos amigos por suicídio..A maioria antes de concluir o Ensino Médio. 
Minha questão vai além, não teria coragem, hoje, de tirar minha vida. Mas já quis. Como disse anteriormente, é difícil achar quem nunca.
O meu maior medo é do depois daqui. Mas isso envolve questões específicas da minha religião, cujo mérito da questão, não cabe a esse post.





Retomando... Qual é o nosso papel na conscientização para a valorização da vida? Qual é o seu papel?
O que você pode fazer para tornar a vida de alguém melhor hoje?
Aproveitemos que o tema está em alta para refletirmos sobre o nosso olhar para questões humanitárias sejam elas quais forem.
Tenhamos compaixão.


domingo, 3 de setembro de 2017

Aplicativos de relacionamento

No mundo em que vivemos existem inúmeros aplicativos para facilitar a vida.
Para todos os fins, inclusive para arranjar relacionamento, sexo, pegação, como o pessoal mais novo que eu costuma dizer.
Há muitos anos, existiam as agências de namoro, os bares de encontros, aliás, ainda existem se você pesquisar na internet, encontrará várias agências matrimoniais e os bares nas grandes cidades onde as pessoas solitárias se encontram em meio à multidão em busca do par ideal.



Aí, busca de acordo com o  perfil o modelo que melhor se enquadra à sua ideia.

Mas idealizar nunca é bom, porque gera frustração. (Por que idealizamos tanto?)
Não faltam meios para aqueles que procuram a cara metade ou apenas um sexo casual.
Esses aplicativos fazem uso de algoritmos, pura matemática, ou seja, uma sequência finita de regras, raciocínios ou operações que, aplicada a um número finito de dados, permite solucionar classes semelhantes de problemas, inclusive arrumar um par para quem não consegue.
Baseado nos apps e sites de relacionamento, surgiram também pessoas que começaram a estudá-los e que dão dicas de como se dar bem neste mundo de encontros virtuais.


Conheço pessoas que arranjaram namoros longos, outras que só tem encontros casuais semanais, porque escolheram isso, outras que estão mesmo em busca do amor da vida, para se casar e constituir família, ou não.


O grande  ponto é: e quando sai do aplicativo e vai para o encontro pessoal?

Primeiro, para chegar nisso, conversas, afinidades e principalmente atração física, sim, porque é a primeira coisa que aparece, com ou sem informações no perfil, é a foto que vai dar o start no jogo.
Depois as coisas vão acontecendo. Naturalmente.
É um tiro no escuro pra quem consegue chegar no nível dois, sair do bate papo virtual e se sentar para uma boa conversa, olhar nos olhos, sentir o toque, o cheiro, se encantar ou, odiar. 
Pode acontecer, pode sim?
A gente pode dizer tudo pela internet, pode sumir, pode simplesmente não dar liga quando tá ali, cara a cara.
Tanta coisa, né?
Mas conheço pessoas que namoraram por muito tempo, que ainda namoram, que conheceram gente legal, mas não vingou e, ainda, há quem obteve sexo da melhor qualidade.
A grande maioria das pessoas nesse tipo de ferramenta busca isso.

A vida, esse grande aplicativo de relacionamentos também está repleta de todo tipo de gente, todo tipo de desencontros...

Porque na prática, se relacionar, exige de nós muito tato, tolerância, jogo de cintura para entrar no território alheio e conseguir lidar com suas particularidades, transtornos, frustrações, carências...
O importante é que na hora certa, tudo se ajeita. E se não der certo, é porque não era a hora. 




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