domingo, 30 de outubro de 2016

Aniversário do Blog



domingo, 9 de outubro de 2016

Sobre as relações humanas e as expectativas

Hoje ao acordar, recebi uma notificação do Ricardo Melo sobre um vídeo ao vivo de relações humanas.
Primeiro, vou abrir um parêntese para falar sobre o Ricardo, que é um coaching maravilhoso e que mudou minha vida em duas palestras sobre as quais já escrevi nesse blog. Uma foi sobre a forma como aproveitamos nosso tempo e a outra foi sobre tudo na vida passa, o que é bom e o que é ruim.
Enfim , eu o conheci num momento muito difícil da minha vida e estas palavras me fizeram mudar muito, e espero ainda mudar muito mais enquanto pessoa.
Voltando ao tema, relações humanas, é um assunto que poderia te recomendar vários livros maravilhosos que já li a respeito, " A arte de lidar com pessoas" e "Como fazer amigos e influenciar pessoas" são dois excelentes dos quais me recordo e "A fábula do porco-espinho".


O assunto relações humanas daria para eu escrever um livro. Não é mesmo?!
Então, após assistir ao vídeo do Ricardo Melo, achei muito interessante as cinco dicas que ele deu para tentar melhorar as nossas relações e compartilho elas aqui com vocês, porque este blog, antes de meus devaneios, é feito para compartilhar experiências, boas e ruins, por que não?

Vamos lá:

1-  Pessoas são diferentes. Aceite esse fato e aprenda com ele. 
Não há como fazer com que o outro seja igual a mim, é preciso diálogo para chegar a um denominador comum. As discussões saudáveis não são para haver vencedores, mas para haver consenso.

2-  Precisamos nos abrir para a vida, ou seja, fazer a nossa parte, sem criar expectativas, aceitar a vida como ela é, e as pessoas com o que elas tem para nos dar, ou não.
Aqui em casa, falo muito com meu marido, faça as coisas para Deus, sem esperar nada em troca, porque o bem sempre volta, o trabalho bem feito sempre dá bons frutos, se as pessoas não reconhecem seu esforço, não se frustre, assim você será muito feliz e terá muito mais paz. Dê bom dia, mas não espere o bom dia de volta. 

3- Estabeleça limites e papéis, isso significa que você não deve, de modo algum, fazer o que é de competência do outro, os pais devem agir como pais, os filhos como filhos, o marido como marido, a esposa como esposa... sem tomar o espaço do outro, porque isso gera conflito. Respeite os papéis relacionais para que haja limite.

4- Amor. A palavra é autoexplicativa. Mas em suma: faça tudo com amor. O amor a tudo conecta, não tem barreiras e nem limites para ele. Ame sem medidas. Amar é se colocar no lugar do outro, dar o seu melhor, ser firme quando é preciso e carinhoso sempre. 

5- Faça o seu melhor e se permita recomeçar quantas vezes forem necessárias.

Lembre-se que o seu jeito de tratar as pessoas inspira o outro, pois, estamos sendo observados o tempo todo e devemos estar atentos a nossas atitudes, tanto as boas quanto as más.

Para finalizar, pense na distância do Sol e da Terra, está na medida certa, portanto, estabeleça uma medida para se relacionar com as pessoas, se você ver que a proximidade é impossível, mantenha uma distância segura e relacione-se dentro do necessário.

Não se esqueçam que todos tem razão de alguma forma, e termino com uma citação que o Ricardo faz no vídeo:

"Até o relógio parado está certo duas vezes por dia."

E o principal: cada pessoa é única. Nunca se esqueça disso.



Gratidão por ler e gratidão ao Ricardo Melo, por sempre dar ótimas dicas para melhorarmos nossa vida.
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domingo, 2 de outubro de 2016

Ética, respeito e mais amor

Sempre no período das eleições, percebo que a divergência de opiniões ressalta em algumas pessoas uma necessidade doentia de ofender, desrespeitar e magoar.
Não falo somente de pessoas desconhecidas, famosas e públicas somente. Falo de amigos próximos, antigos, de infância.
Percebo que não adianta discutir com quem defende cegamente uma ideologia ou que não tem argumentos para um embate saudável. 
As redes sociais deram aos covardes voz para ofenderem a todos. Quem quer que seja. MESMO.
Quando vejo uma mulher sendo ofendida, penso: e se fosse a minha mãe?
Cara, isso me dói. A empatia é dolorosa. Só quem se coloca no lugar do outro, sente mais ou menos o que ele sente. Mais ou menos porque só quem sente a dor sabe sua real proporção.
Mas, enfim, hoje, no twitter, vi o Leonardo Boff sendo achincalhado, ofendido com palavras de baixo calão, pensei: Pô, cara! Leonardo Boff, podia ser meu avô, no mínimo. 
Mas desconsidere a idade do Leonardo e pense no seu legado, na sua história. Leia algum texto dele, por favor, é um dos maiores "filósofos" contemporâneos na minha humilde opinião.
O fato de eu não concordar com tudo o que ele pensa, não me dá nem de longe o direito de entrar numa rede social e ofendê-lo, porque ele é mais velho que eu e merece meu respeito, só por isso.
Não é discordância de opiniões o que permeia as redes sociais.
É falta de educação (aquela que a família tem que ensinar), é falta de ética, falta de respeito, e, principalmente, falta de amor ao próximo.
Hipocrisia ir à igreja e esconder atrás da tela do computador e ofender o irmão. SIM, o irmão. 
Por qual motivo seja. Na verdade, não há motivos para não respeitar, no mínimo, o próximo.
Sempre que posso, dou uma lida nos posts de algumas pessoas que admiro, e das que não admiro também, o que vejo de ofensas, apenas porque a pessoa pensa diferente, ou defende uma causa, que não é a mesma que a minha ou a sua, é no mínimo impressionante.
Citei o período de eleições como ápice das ofensas gratuitas, porque em 2014, perdi alguns amigos que eram contra meu posicionamento político.
Continuo com o mesmo posicionamento, só que não respondo mais às ofensas, e pasmem, ameaças que recebi no meu Facebook inbox. 
Sou solidária ao Boff, à Camila Pitanga, à Dilma, ao Duvivier,  e a tantos outros, famosos e anônimos que são hostilizados nas redes sociais. Podiam ser nossos pais, avós, irmãos, podia ser eu, ou você.
Uma vez, conversei com um frei, muito querido, que me disse, quando respondemos ao mau com o mau, estamos ajudando, de alguma forma, a propagá-lo. Eu escolhi propagar o amor. E você, o que escolhe?
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