sexta-feira, 29 de abril de 2011

Afinal, o que querem os homens?

Esse vai ser um post bem simples e nem vai precisar de capítulos porque nada mais simples que saber o que um homem quer.
Ainda bem que eu nasci mulher, e não sou lésbica, porque entender outra mulher é realmente foda.
Mas homem é bem simples.
Os mais exigentes querem: 


  • uma mulher que o ajude em casa
  • uma mulher que cozinhe bem
  • uma mulher que mantenha a casa limpa
  • uma mulher que seja bem sucedida no trabalho
  • uma mulher que seja além de tudo, sua amiga
  • uma mulher que te faça dar risada e seja engraçada
  • uma mulher que seja boa de cama
Mas para descomplicar, vou resumir isso em uma frase simples e objetiva.


"OS HOMENS QUEREM UMA SEGUNDA MÃE COM A QUAL ELES POSSAM FAZER SEXO."


Se na sociedade em que vivemos isso fosse normal, tipo como entre os animais, aí ficaria tudo resolvido.


Apesar da dureza das minhas palavras, é só você provar por A+B.
E nem precisa casar.
Passe a ter um pouco mais de intimidade com um cara, que ele logo vai começar as comparações.
Os mais ousados pedirão que você aprenda com ela como passar suas cuecas.


Simplesmente porque eles precisam de alguém que cuide deles. Não é fofo?


Quer agradar um homem? Quer ter ele para sempre? 
Seja literalmente uma mãe para ele.


Seja uma boa cozinheira, dê a ele o controle da tv e leve 


uma cerveja gelada. Ele se tornará parte dos móveis da 


casa.


Por isso agradeço a Deus por ter me feito mulher e hétero, assim gasto meu cérebro superpotente com questões mais complexas.


PS: Existem as raras exceções, mas eu ainda não conheci.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Deus é tremendo.

Quando todas as esperanças se forem.
Quando você não conseguir mais ver uma saída.
Quando tudo parecer perdido, Deus estará lá.
Falei com duas amigas nos últimos dias que não tinha mais esperança para resolver meus problemas.
Que a cada dia sentia que minha fé estava se tornando menor.
Que estava cansada. Querendo chutar o balde.
A Viviane me disse "você não está desamparada, Deus está te segurando no colo".
A Eula me disse que " eu posso sim ficar insatisfeita, mas que não posso deixar de acreditar". 
Aí ontem antes de dormir, como sempre, elevei meu pensamento a Deus e o que recebi foi um belo sonho.
De novo.
Não vou entrar nos méritos do sonho mas no primeiro momento, Jesus me olhou com um sinal de reprovação porque falava com alguém que não conseguia mais ter fé.
Então o céu se abriu e eis que vi uma imagem muito parecida com as que seguem.
Acho que foi uma resposta para os meus questionamentos, uma imagem vale mais que mil palavras.




terça-feira, 26 de abril de 2011

Um belo dia você...

Um belo dia você acorda, olha em volta e vê que nada faz sentido.
Um belo dia você se pergunta se o que você vive é realmente real ou se é uma alucinação, uma espécie de realidade paralela, tipo Matrix.
Um belo dia você vê que as coisas pelas quais você lutou não tem a menor importância.
Um belo dia você nota que fala repetidamente as mesmas coisas com as mesmas pessoas, sem sucesso.
Um belo dia você se pergunta para quê ter tanto?
Um belo dia você se questiona porque guarda tanta coisa inútil nas gavetas e armários de sua casa.
Um belo dia você nota que os livros que leu, os filmes que assistiu, os lugares que conheceu só foram interessantes para você mesmo.
Um belo dia você descobre que sonhos só pertencem a você, que só você se preocupa com isso.
Um belo dia você tem vontade de abrir a porta e andar sem direção para ver se encontra o que procura.
Um belo dia você descobre que simplesmente não sabe o que procura.
Um belo dia você descobre que o amor quer do outro reciprocidade igual e que não é bem assim que o amor funciona.
Um belo dia você percebe que nem só de dias claros é feita a vida e consegue perceber que há uma beleza ímpar em um dia nublado.
Um belo dia você descobre que a pessoa mais importante do mundo é você mesmo e neste dia, todos vão te chamar de egoísta.
Um belo dia você aprende que não existe nada mais aconchegante do que um abraço.
Um belo dia você descobre que crescer é um saco e insiste em manter uma postura infantil perante as situações de responsabilidade, porque é mais cômodo.
Um belo dia você perceberá que o ser é mais importante que o ter.
E a cada belo dia, você terá um novo aprendizado.
Até chegar o belo dia em que você simplesmente, não abrirá mais os olhos.
Carpe diem!

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Afinal o que querem as mulheres - Parte final - As mulheres

Freud deve se alegrar muito por já ter morrido e não precisar entender cabeça de mulher.
Vou falar da minha cabeça e tenho certeza que 99,99999% das mulheres vão concordar que se parecem em quase tudo.
Queremos um companheiro para o que der e vier, que ao se declarar para nós, seja capaz de enfrentar o mundo para viver um grande amor, ou simplesmente para caminhar na calçada no fim da tarde, tomando uma fresca e conversando sobre amenidades.
Não queremos buquê flores depois de uma briga, queremos a margarida roubada na calçada, dada de bom grado, só porque quando você passou e se lembrou que margarida era a flor preferida.
Não queremos jóias, nem presentes de grife, mas também não queremos elefantes brancos de presente que não servem para nada.
Um homem atencioso conhece bem os gostos de sua mulher. 
Pode ser algo de R$ 1,99, uma trufa ou um Ferrero Rocher (só unzinho),  mas que seja algo que você saiba que ela goste e comprou simplesmente para lhe arrancar um sorriso.
NUNCA, nunca mesmo queremos paliativos.

Queremos sempre liquidações de bolsas, sapatos, jeans, blusinhas de R$9,99... 
Queremos carinho, mas não queremos melação.
Queremos abraço, aconchego, atenção quando falamos...
Queremos noites de sexo ardentes ou somente dormir de conchinha.
Queremos beijos de deslocar o maxilar ou simplesmente um beijinho na testa que signifique "vai ficar tudo bem, meu bem".
Queremos que cheguem na hora do almoço, no nosso trabalho, só porque sentiu que não aguentariam ficar o dia todo sem nos ver, só para juntos comerem uma picanha, ou uma feijoada sem culpa.
Queremos MUITO carinho, MUITA atenção, MUITOS mimos, MUITOS abraços, MUITOS passeios de mãos dadas, MUITOS beijos e MUITO cafuné.

Queremos um macho forte, cheiroso, bem vestido, barba feita...
Queremos um provedor para os nossos lares, que seja amigo, companheiro, protetor... e que saiba antes de qualquer coisa valorizar uma MULHER de verdade.
Os HOMENS de verdade sabem disso, mas os que sabem já tem uma mulher do lado, que, com certeza, que não lhe dá valor devido pois não são MULHERES de verdade.
Essas não se identificarão com esse post.

Então, MULHERES, abram os olhos, talvez ele esteja passando por sua vida agora e você o está mandando embora, por querer aproveitar o vazio da vida.
Festas, baladas, solteirice..."O mal do século é a solidão", como diria Renato Russo.
Cuidem para que não sofram desse mal MULHERES e HOMENS.



sábado, 16 de abril de 2011

Cresci



No quintal da casa em que eu morei em BH, tinha uma árvore de hibisco branco, e na escola em que estudei toda a minha vida, o caminho que atravessávamos era repleto delas. Acho justíssimo simbolizar meu crescimento com essa flor que me traz tão boas lembranças.


Desde que me entendo por gente gosto de escrever e de vez em quando gosto de ir na casa da minha mãe, fuçar uma caixa velha e ler meus antigos diários e cadernos de poesias.
Nessa caixa reencontro pessoas, lágrimas, lembranças...
Sempre fui romântica, visionária e reflexiva.
Acho que desde a pré adolescência, pra ser mais exata.
Nunca fui de muitos caprichos porque as condições financeiras de nossa família não nos permitiam sê-lo.
Mas soube valorizar meus momentos felizes, da infância, brincando na rua com os meus amigos, entrando em casa imunda com meu irmão Nando e aguentando os pitos e chineladas (de Samoa) de minha mãe.
Depois a vida traz as paixões efêmeras e os grandes amores.
E fui percebendo que era um tanto voluntariosa e orgulhosa em se tratando de relacionamentos amorosos.
Quando nos sentimos prontos para dividir a vida com outra pessoa, isso desde o namoro, muitas vezes, usamos a máscara de pessoa perfeita para conquistarmos esse alguém.
Fazemos concessões que ainda não estamos preparados, assumimos responsabilidades que ainda não estamos prontos
Algumas pessoas vão deixando as coisas fluírem à espera de um milagre outras vivem a espera do milagre por um tempo até perceberem que os milagres precisam de atos para que possam se realizar. Não surgem do nada.
Dentro desse redemoinho algumas pessoas se afogam e outras simplesmente dão braçadas a esmo para sobreviver, e sobrevivem.
Hoje eu sou grata por todos os turbilhões que passei na vida, porque eles me dão uma noção de que eu realmente cresci.
Apesar de em alguns momentos, sentir que minhas forças estão prestes a se esgotar, percebo que aquela menina voluntariosa que eu era, deu espaço a uma mulher forte e bastante racional.
Não preciso agradar a ninguém, não uso máscaras.
Tento conciliar sempre que possível, porque possuo maturidade o suficiente para isso.
Mas quando é preciso brigar, virar a mesa, eu viro também, não tenho água correndo nas veias.
Essa semana especialmente,  percebi que eu cresci. Porque finalmente percebi que amar é abrir mão do nosso bem estar, pelo bem estar do outro.
Parece que foi de uma hora para outra ao passo que parece que tenho séculos de vida.
Olho meus pequenos e reconheço neles uma responsabilidade ímpar, incomensurável de ser mãe, de ser fortaleza, alicerce e muralha.
Olho as pessoas que amo e vejo nelas o real sentido de estar aqui, e por elas ter buscado crescer.
Como disse em um post passado, estamos sempre nos fazendo.
Um ano depois me vejo adulta, com responsabilidades e muitas escolhas, que urgem dentro de mim.
E percebo que tenho maturidade o suficiente para admitir as escolhas erradas e abraçar as novas possibilidades que vislumbro em minha direção.
Sei discernir o que é amor de verdade, do que é paixão, do que é dependência...
Sei diferenciar o que me acrescenta do que me diminui.
Sei aceitar que certas coisas simplesmente não são para ser e pronto.
Percebo também que não adianta arrastar aqueles que não querem caminhar conosco porque o peso se torna tão grande que temos que deixar pelo caminho.
Vejo que sou uma fortaleza gigante dentro desse 1,58m de altura que comporta meu corpo e que mereço mais e que preciso buscar isso.
Eu simplesmente e duramente cresci. 


Culpa e responsabilidade

A minha terapeuta me pediu para essa semana analisar esses dois termos.
Porque eu uso muito a palavra culpa.
Então, após ler dicionários, textos de psicologia e afins, cheguei a conclusão de que Culpa é um ato que seja passível de punição, como um homicídio por exemplo.
Mas desde pequenos quando cometemos erros, somos educados de forma que nos sintamos arrependidos mas não somos responsabilizados por aquele erro cometido.
Por exemplo, quando no dia da festa de aniversário metemos o dedo no bolo e fazemos um grande estrago, ao invés de nos ensinarem a refazer a parte que danificamos, somos repreendidos, expostos e punidos, para que sintamos arrependimento e nos culpemos eternamente por temos estragado a festa.
E assim crescemos achando que devemos nos martirizar, sentindo culpa pelos nossos erros, mas nunca tentando reparar o dano, porque sentir culpa e se vitimizar é bem mais fácil.
Carregar o peso do mundo nas costas é agradável para quem se acostuma à culpa, envolver o problema de todas as pessoas então, nem se fala... funciona como uma espécie de pagamento de dívida pela culpa sentida.
Eu acho que carregar o sentimento de culpa, faz com que as pessoas sintam pena de nós, o que não é bom.
Quando assumimos a responsabilidade por nossos atos, quando admitimos nossos erros e encaramos nossos problemas de frente a deixamos de lado esse martírio, esse penar que carregamos, que pesa, que nos faz rastejar.
Esse calvário é o que chamamos CULPA.
Segue um texto que me inspirou a fazer este post:
"Acredito que o ser humano contribui para a criação de cada condição de sua vida, seja ela boa ou má, em função de sua maneira de pensar e sentir. Os pensamentos criam sentimentos; assim, passa-se a viver de acordo com esses pensamentos e sentimentos. Mas isso não significa que se é culpado pelo que sai errado na vida.

Existe uma diferença entre ser responsável e culpar a si mesmo ou aos outros. Quando falo sobre responsabilidade, na verdade estou falando sobre possuir o poder.
Quem acusa os outros, entrega a eles o poder capaz de modificar sua própria vida. Se você costuma fazer papel de vítima, está usando seu poder pessoal para ser indefeso. Quem decide aceitar a responsabilidade não perde tempo pondo a culpa em alguém ou alguma coisa que está lá fora.
Há pessoas que se sentem culpadas por criarem doenças, pobreza ou problemas no mundo que as cerca. Escolheram interpretar a responsabilidade como sendo culpa e sentem-se culpadas porque acreditam que falharam em alguma coisa. Para mim, responsabilidade não tem nada a ver com culpa...
Responsabilidade é a capacidade de reagir a uma situação. Sempre temos uma escolha. Isso não significa negar quem somos ou o que temos. Simplesmente quer dizer que devemos reconhecer que contribuímos para ser o que somos.
Assumindo a responsabilidade, ganhamos o poder de mudar e dizer:
- O que posso fazer para mudar isto?
Para que isso aconteça, é preciso, acima de tudo, compreender que todos possuímos o poder - o tempo todo, e tudo depende do modo como o usamos.

(por Louise L. Hay, do livro "O poder dentro de você")"

segunda-feira, 11 de abril de 2011

O show da minha vida


Apenas quero compartilhar o momento mais Rock'n Roll da minha vida.
Ozzy no Mineirinho 09/04/2011.
O vovô tá muito melhor que muitos de nós.
Eu acho que ele aguenta mais umas três worldtours como essa.
Por mais que eu tenha gritado, agitado, por mais que doa meu pescoço e minha voz esteja rouca, a ficha ainda não caiu e acho que nem cairá.
Reverências ao príncipe Ozzy Osbourne.



domingo, 10 de abril de 2011

Preciso acreditar...

A fé em Deus nos capacita a:
Crer no Incrível.
Ver o Invisível.
Realizar o Impossível.


Preciso muito acreditar.
Minha fé anda balançada.
Me desculpe Senhor, mas é como me sinto esses dias.
Sem esperanças.

A infelicidade e a covardia

Acabei de falar com minha amiga Flávia sobre a ligação da infelicidade e da covardia.
Muitas vezes deixamos de fazer algo que queremos muito por medo de dar errado e assim nos privamos das possibilidades.
Existe a possibilidade de ser feliz tentando fazer alguma coisa em prol disso.
E existe também a possibilidade de ficarmos infelizes deixando a vida dar voltas, esperando sentados.
O medo de tentar é pior do que o próprio erro.
Nas relações amorosas, muitas vezes deixamos passar grandes oportunidades pelo medo de levarmos um fora:
 (toda vez que assisto esse vídeo, eu choro)
Passei esse vídeo pra ela e me lembrei de um amigo meu que dizia "O não a gente carrega no bolso, o máximo que pode acontecer é ganharmos um sim..." nada traduz mais isso do que esse vídeo.
Medo de tentarmos amar.
Algumas vezes temos medo de iniciar um novo trabalho, uma nova faculdade, um novo negócio, por medo de falhar, ou por medo do que os outros vão pensar...
Nos tornamos pessoas infelizes porque somos covardes. Estamos causando mal a nós mesmos. Nos machucando. Rasgando nosso coração.
Nos esquecemos que se não formos a primeira pessoa a nos tratar bem, ninguém vai tratar.
E se não sair da forma como esperávamos ainda assim, servirá como experiência.
Para tentarmos fazer um novo fim ou pelo menos para conseguirmos terminar os ciclos.
E para emendar o tema segue um post sensacional  quando buscava a Imagem abaixo assim que acabei de fazer esse post.





sexta-feira, 8 de abril de 2011

Desesperança

Essa é minha postagem de número 100.
Ficava imaginando sobre o que seria esse escrito. Mas nunca imaginei que fosse para falar sobre tristeza.
Nos últimos dias dadas as circunstâncias não tenho tido muito tempo para postar o que quer que seja,  mas diante o último acontecimento trágico em nosso Brasil, não poderia deixar de me manifestar.
Acabei de ler o post do meu amigo Tijolin sobre o massacre de Realengo, enquanto fazia meu pequenino dormir.
E notei o quanto seria bom se pudéssemos trazer nossos filhotes sempre embaixo de nossas asas.
Enquanto ele foi pegando no sono, adormecendo lentamente, imaginei as mães que perderam seus filhos ontem, o que elas não dariam para tê-los de volta em seus braços, vivos, adolescendo, como deveria ser.
Com certeza elas diriam que dariam a própria vida pela deles. É o que toda mãe ou pai diria.
Hoje conversei com meus alunos sobre isso, já que a mídia noticiou e jogou sangue em nossas casas durante todo o dia de ontem e continuará jogando por dias, esmiuçando a dor dessas famílias em troca de pontos no IBOPE.
Menina olha cruzes e cartazes deixados em muro de escola no Rio após 12 mortes Leia Mais
Preferi não ver TV e entrei em sites de jornais mais comedidos como O Estadão e a Folha  para não ser influenciada pelo que pudesse ouvir, ou pelos gritos e julgamentos preconceituosos de alguns apresentadores de jornais vespertinos.
Retomando, hoje no meu trabalho tanto colegas quanto alunos só falavam de Realengo.
O que eu disse aos meus pequenos foi que devemos ter muito cuidado com o que fazemos, falamos, ouvimos, sentimos...
Uma brincadeira sem graça no intervalo hoje pode ser o massacre de amanhã, porque a mente humana é um grande mistério, e cada um de nós tem um jeito de pensar.
Então, muito cuidado com a chacota, com a zombaria, porque não sabemos como o outro pode reagir.
Todos nós fomos vítimas de Bulling um dia. Por sermos magrinhos, gordinhos, termos espinhas, cabelos crespos, pela nossa raça...
E muitos de nós também resolveu dar a volta por cima, reagindo à opressão de forma positiva.
A falta de princípios morais com que temos agido, nós que dizemos sermos humanos, me faz pensar no que se tornará o mundo.
Será que tudo vai ter que chegar ao extremo da maldade e da tragédia para que possamos reconhecer que a falta de Deus (ou outra divindade acima de nós) é o fator primordial para justificar os abusos da humanidade?
Onde estão os valores ensinados por Jesus?
Onde está o amor ao próximo?
Por que matar crianças?
Por que matar?
Por quê?





terça-feira, 5 de abril de 2011

Saudade

(Foto clichê sobre saudade que não pode faltar em nenhum blog.)

Acho que nunca falei sobre saudade nesse blog.
Não de maneira bem específica.
A saudade é um sentimento ambíguo que faz morada em nosso coração.
Quando sentimos saudade, nos reconfortamos com as doces lembranças que vivemos ao lado de alguém que hoje não temos a presença física, que esteja distante ou que não viva mais nesse mundo.
As recordações que povoam nossos pensamentos de nossos amigos que foram morar longe, ou que partiram para outro plano (se é que existe), ou mesmo daqueles que não estão tão longe, mas que devido à correria do nosso dia-a-dia não sobra tempo para tomar uma beer, bater um papo e dar boas risadas da vida.
São inumeras situações agradáveis vividas ao lado de diversas pessoas que passam por nossas vidas, que tomam novas direções mas que mesmo assim, ficam em nossos corações e pensamentos.
Essa saudade é gostosa.
Saudade das farras da nossa adolescência, dos namoros escondidos, do primeiro beijo, do cheiro da comida da nossa avó, das brincadeiras de rua de nossa infância...


Todavia, existe uma saudade que não gosto, é a saudade das coisas que não vivemos, das horas que não passamos com alguém, das histórias que não teremos para contar.
Aquela saudade das coisas que idealizamos e que por algum motivo não alcançamos, seja por escolhas erradas ou por qualquer circunstância que não pudemos controlar.
Essa saudade machuca a alma, parte nosso coração, nos faz termos certos arrependimentos por coisas que não foram feitas, por nossa falta de atitude, por diversos motivos que nos acovardaram a tomarmos certos rumos.
O grande conforto para aqueles que assim como eu, sentem saudade do que não viveram é que sempre há uma chance de recomeçar, de mudar o caminho, de escolher algo novo.
Tem uma frase de Chico Xavier que gosto muito e que me inspira a querer mudar o rumo da minha vida:
"Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim."
Assim, sentir saudade somente das coisas boas e que foram vividas.




Dedico esse post a todos os meus amigos que estão perto, longe ou  que se foram para sempre.
E à você que como eu, sente saudade das coisas que ainda não vivemos. 
E que assim como eu não, desiste de dar à sua vida um novo começo.





segunda-feira, 4 de abril de 2011

As mães de Chico Xavier


Dizem que mãe é tudo igual, só muda de endereço.
Equivoca-se quem pensa assim.
Algumas se sentem preparadas para sê-lo, e no entanto, ao verem o quão difícil é educar, temem por não serem boas o suficiente.

Outras não se sentem preparadas ou não tem vontade, e devemos respeitar isso.
Mas não dá direito de tirar uma vida. Por isso, pensemos antes nas consequências do sexo pelo sexo.

Porém, venho para lhes falar sobre o filme.
Assistam mães, assistam filhos, assistam todos.

Resumo na fala da personagem Elisa (Vanessa Gerbelli) o que é ser mãe. Algo mais ou menos assim:
" Todas as noites em minhas orações eu pedia a Deus que todo o mal que estivesse previsto para o meu filho recaísse sobre mim, que Ele não deixasse nada de mal acontecer a ele, que ele vivesse muitos anos, que eu tropeçasse 1000 vezes na frente dele, para que ele nunca caísse..."

Apesar de minha boa memória, não me recordo integralmente o que ela relata à professora Lara, mas é tipo isso.

Caí no choro nesse momento dentro do cinema, e acho que também todas as mulheres presentes.
Pergunte à sua mãe por quantas e quantas noites esse não foi o único pedido dela para Deus.
O que posso experienciar a vocês que lêem meu blog, é que a cada livro ou filme espírita que vejo, mais reflito sobre minhas atitudes aqui na Terra. 
Talvez tudo isso seja mesmo verdade, talvez não.

Mas de qualquer forma, somos responsáveis por nossos filhos e não adianta delegar a nossa missão de ser mãe a outrem.

Fica a dica.