domingo, 3 de setembro de 2017

Aplicativos de relacionamento

No mundo em que vivemos existem inúmeros aplicativos para facilitar a vida.
Para todos os fins, inclusive para arranjar relacionamento, sexo, pegação, como o pessoal mais novo que eu costuma dizer.
Há muitos anos, existiam as agências de namoro, os bares de encontros, aliás, ainda existem se você pesquisar na internet, encontrará várias agências matrimoniais e os bares nas grandes cidades onde as pessoas solitárias se encontram em meio à multidão em busca do par ideal.



Aí, busca de acordo com o  perfil o modelo que melhor se enquadra à sua ideia.

Mas idealizar nunca é bom, porque gera frustração. (Por que idealizamos tanto?)
Não faltam meios para aqueles que procuram a cara metade ou apenas um sexo casual.
Esses aplicativos fazem uso de algoritmos, pura matemática, ou seja, uma sequência finita de regras, raciocínios ou operações que, aplicada a um número finito de dados, permite solucionar classes semelhantes de problemas, inclusive arrumar um par para quem não consegue.
Baseado nos apps e sites de relacionamento, surgiram também pessoas que começaram a estudá-los e que dão dicas de como se dar bem neste mundo de encontros virtuais.


Conheço pessoas que arranjaram namoros longos, outras que só tem encontros casuais semanais, porque escolheram isso, outras que estão mesmo em busca do amor da vida, para se casar e constituir família, ou não.


O grande  ponto é: e quando sai do aplicativo e vai para o encontro pessoal?

Primeiro, para chegar nisso, conversas, afinidades e principalmente atração física, sim, porque é a primeira coisa que aparece, com ou sem informações no perfil, é a foto que vai dar o start no jogo.
Depois as coisas vão acontecendo. Naturalmente.
É um tiro no escuro pra quem consegue chegar no nível dois, sair do bate papo virtual e se sentar para uma boa conversa, olhar nos olhos, sentir o toque, o cheiro, se encantar ou, odiar. 
Pode acontecer, pode sim?
A gente pode dizer tudo pela internet, pode sumir, pode simplesmente não dar liga quando tá ali, cara a cara.
Tanta coisa, né?
Mas conheço pessoas que namoraram por muito tempo, que ainda namoram, que conheceram gente legal, mas não vingou e, ainda, há quem obteve sexo da melhor qualidade.
A grande maioria das pessoas nesse tipo de ferramenta busca isso.

A vida, esse grande aplicativo de relacionamentos também está repleta de todo tipo de gente, todo tipo de desencontros...

Porque na prática, se relacionar, exige de nós muito tato, tolerância, jogo de cintura para entrar no território alheio e conseguir lidar com suas particularidades, transtornos, frustrações, carências...
O importante é que na hora certa, tudo se ajeita. E se não der certo, é porque não era a hora. 




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