terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Envelhe(S)er...

Nas últimas 24h li um texto interessante sobre os conselhos que as mulheres de 60 anos diriam às que hoje tem 30.
Fiquei pensando no que eu aos sessenta anos diria para a pessoa que sou hoje.
Desde que eu comecei a escrever esse blog, há oito anos, posso dizer que sou uma outra pessoa. No começo era tipo uma página de relatos,  hoje é um observatório humano.
As ideias surgem de conversas, de comportamentos, de infinitas possibilidades.
Retomando, eu, aos sessenta anos, me daria os seguintes conselhos:

1- Não se demore onde a recíproca não é verdadeira.
2- Valorize as pessoas que fazem parte da sua vida.
3- Não se anule.
4- Não abandone seus sonhos.
5- Seja organizada com o dinheiro.
6- Viva intensamente.
7- Não conte nada para quem não vá acrescentar. Seja uma coisa boa, ou uma coisa ruim.
8- Viaje.
9- Não leve tanto tempo para conhecer o mar.
10- Deus é vida. Natureza é vida. Deus é a natureza.
11- Faça tudo com amor e entusiasmo.
12- Não deixe que o inferno dos outros lhe roube a paz.




E por último e mais importante:
13- Seja grato.

Amar-se e aceitar-se antes de qualquer coisa, acolher as experiências e as linhas de expressão, cabelos brancos... Acredito ser esse o caminho para a paz interior.
Amor próprio, autoestima, autoaceitação... O auto. O em si e para si.


Eu levei mais de 30 anos para aprender isso, ainda estou no processo, mas já é alguma coisa.
Ainda acredito no romance, nas pessoas, na família.
Ainda espero me apaixonar perdidamente, seja por algo, seja por alguém.
Ainda espero descobrir qual é a minha verdadeira missão no mundo. Nunca sei se estou no rumo certo.

A gente nunca sabe quanto tempo tem. Não convém, então, esperar a hora certa de fazer acontecer.
Não convém pensar no "E se..." não existe e "E se..." para quem acredita que o universo devolve tudo o que lhe enviamos.
Colheita e plantio.
Ação e reação.





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