sexta-feira, 15 de abril de 2016

E quando vira indiferença...

Você está passando por um momento turbulento na relação?
Você acha que é só mais uma das inúmeras crises que passaram e que logo, logo tudo vai se normalizar?
Vem cá, deixa eu te contar um segredo...

De crise em crise, o relacionamento se torna cansativo. Dá preguiça. Os mesmos problemas. Os mesmos motivos de ambas as partes. 
Aí vem a vontade de não discutir, de deixar pra lá, pra evitar a fadiga.
Até o momento em que você não liga mais se a água está a subir ou descer. Quando vira indiferença. Aí, pessoa, não tem nada mais que dê jeito. Só o adeus.

É difícil encarar a realidade... mas se você ficar indiferente à sua relação, é porque o momento do adeus está mais próximo do que você imagina.
Se você não questiona, não discute, não briga, não sente falta... talvez seja o momento de bater em retirada e mudar de rota.
Mesmo que tenha sido bom, mesmo que algumas coisas ainda sejam boas, se você bota numa balança e ela não pende pra lado nenhum, se tá  zero a zero aos 15 minutos da prorrogação e você não tem mais forças pra bater pênalti, tá na hora de mudar de time, ou de esporte, talvez você não tenha habilidade nessa modalidade.

Enfim, se você concordou com tudo o que eu disse nesse breve post, reflita:
Por que você ainda está nesta relação?

Se você tem filhos, eles vão entender, melhor ter duas casas do que uma sem amor, se for por bens materiais, você não vai levar nada disso quando morrer, se for só pelo apego à outra pessoa, procure ajuda de um profissional. É sério. Ninguém merece ser infeliz nesta vida tão curta, né não?

Como diria Martha Medeiros: "O contrário do amor não é o ódio, é a indiferença."

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2 comentários:

Anônimo disse...

Texto perfeito. Exatamente o q aconteceu cmg... Depois de 15 anos, eu me vi indiferente e simplesmente resolvi sair de casa... Aluguei uma casa e fui morar com minhas filhas... Até hj (quase 3 anos após) ele ainda me procura, mas não rola mais nada... Acabou. Passou..

Chris disse...

Fico feliz quando escrevo textos e as pessoas se identificam. Obrigada pela leitura.